(Imagem: Divulgação / MMBB Arquitetos)

MMBB assina projeto para o Minha Casa Minha Vida

Da série Bem Viver, o mais novo empreendimento soma-se aos lançamentos da Magik JC no âmbito do programa social unido à boa arquitetura

A proposta do empreendimento Bem Viver Brigadeiro, o mais recente da incorporadora Magik JC, é assinada pelo MMBB Arquitetos e integra a série Bem Viver de residenciais localizados no centro de São Paulo sob o cunho de habitação de interesse social pelo programa Minha Casa Minha Vida (MCMV).

A iniciativa da incorporadora, na verdade, começou a ser projetada em 2009, quando estreitou laços com a Caixa Econômica Federal a partir da construção de cerca de duas mil unidades do MCMV. Em 2016 foi o momento de dar início ao projeto Bem Viver, cujo objetivo consiste em contribuir para a revitalização do Centro e, ao mesmo tempo, enfrentar as desigualdades socioeconômicas ao permitir a ocupação, por diferentes poderes aquisitivos, dessas áreas dotadas de infraestrutura, equipamentos e oportunidades.

A grande novidade, que não se observa no histórico da política de interesse social no país, é a qualidade e o rigor para com os lançamentos, já que são recorrentes os convites a renomados escritórios de arquitetura para desenhar as novas habitações. Além desse último assinado pelo MMBB Arquitetos, o oitavo da série, outros sete edifícios contam com projetos de Isay Weinfeld, Andrade Morettin, SIAA, entre outros. Entregues ou em fase de construção, todos estão localizados na região central: Bem Viver Frei Caneca, Consolação, Nove de Julho (entregues); Vila Buarque, General Jardim, Bela Vista e Marquês de Itu (em obras). Há ainda mais sete edifícios nas proximidades em fase de planejamento.

Conseguimos oferecer ótima localização, preço acessível e qualidade arquitetônica, diferenciais fundamentais para a inclusão da população que mais precisa de oportunidades e mais sofre com a falta de qualidade de vida”, afirma o sócio André Czitrom.

Localizado na Avenida Brigadeiro Luís Antônio, na Bela Vista, próximo à estação de metrô República, o lançamento norteia-se pelo edifício ao lado do lote, sem recuo lateral, para dividir-se em dois corpos e serem unificados por um pátio interno. O primeiro volume, mais discreto, foi encostado na empena cega vizinha. O segundo, que concentra a maior parte dos apartamentos e oferece circulação avarandada para o pátio, funciona como elemento de destaque, valorizando-se pelo tratamento cromático das fachadas. O projeto aproveita-se da vitalidade da própria avenida para inserir-se no bairro, posicionando uma loja integrada ao nível da rua.