MBA trata de cidades responsivas em exclusivo conteúdo multidisciplinar

OSPA e Escola Livre de Arquitetura (ELA), em parceria com a IMED, lançam curso que une data urban science, filosofia, comportamento, tendências de mercado durante aulas ministradas por grandes nomes da arquitetura e urbanismo internacionais, como Alain Bertaud, Patrik Schumacher, Arturo Tedeschi, e mais

A fim de preparar arquitetos, urbanistas, engenheiros, gestores, empreendedores da construção civil e cientistas da computação para atuarem de forma conjunta e inédita no cenário de crescimento das metrópoles mundiais, OSPA e Escola Livre de Arquitetura (ELA), em parceria com a IMED, lançam o MBA Cidades Responsivas, cuja proposta se dedica em capacitar profissionais de diferentes áreas para a construção de um novo modelo de desenvolvimento humano e tecnológico, por meio do entendimento dos processos e da manipulação das ferramentas que irão transformar as cidades em ecossistemas abertos, sustentáveis e dirigidos também pelos seus usuários.

Com início no próximo mês de maio, o curso terá duração de 360 horas, distribuídas ao longo de quinze meses, sempre às terças-feiras e quintas-feiras e, quinzenalmente, aos sábados. Para fortificar o extenso programa pedagógico, trará tanto a visão de mercado de profissionais de múltiplas áreas e representantes de destaque do meio acadêmico – caso de Eduarda Fabris, diretora-executiva da Urbe.me, primeira plataforma de investimento coletivo em construção civil do país; e Titus Gebel, criador e CEO da Free Private Cities Foundation –  quanto de grandes nomes da arquitetura e urbanismo mundial, como Alain Bertaud (ex-urbanista-chefe do Banco Mundial e autor do livro Order Whithout Design), Patrik Schumacher (sócio-diretor da Zaha Hadid Architects), Arturo Tedeschi (referência mundial em design paramétrico computacional), dentre outros.

Munição para o presente-futuro

A capacitação proposta pelo curso volta-se a um cenário futuro, mas considerando elementos já determinantes no presente. Em todo o mundo, smarts cities se valem da tecnologia para proporcionar maior eficiência aos serviços públicos – como o caso de Tóquio, onde sensores mapeiam pontos de maior tráfego de veículos para, com uso de Inteligência Artificial, coordenar, em tempo real, o funcionamento de semáforos de vias estratégicas a fim de aumentar a fluidez de todo o sistema; ou Madrid, onde o usuário do serviço de ônibus é informado por telões sobre o tempo que levará até a chegada do próximo veículo.

No Brasil, grandes cidades adotam, de forma dispersa, mas gradativa, soluções inteligentes, valendo-se, entre outros, de sensores para identificar a situação de diferentes regiões quanto a acúmulo de lixo, alagamentos, congestionamentos, monitoramento via câmeras, dentre outros.

O passo seguinte dessas cidades é tornarem-se responsivas, levando, novamente a partir do uso de novas tecnologias, o cidadão para o centro da gestão e planejamento de municípios. As cidades do século XXI irão muito além do uso de algoritmos para a criação das soluções necessárias (…). Essa tendência faz com que a capacidade de reconhecimento de novos comportamentos, análise e processamento de dados e atuação multidisciplinar sejam determinantes aos que pretendem participar deste processo”, destaca-se do descritivo.

As matrículas para o MBA Cidades Responsivas estão abertas e podem ser feitas pelo ospa.com.br/mba-cidades-responsivas.