A House for Oiso, Kanagawa, Dan Dorell e Lina Ghotmeh (Foto: Takumi Ota)

Japan House São Paulo e Instituto Tomie Ohtake trocam cartas online sobre MORAR

Semanalmente, em correspondências endereçadas uma à outra, ambas as instituições tematizarão o assunto sob as óticas brasileira e japonesa

A Japan House São Paulo e o Instituto Tomie Ohtake se uniram para a série ‘Correspondências Arquitetônicas: Brasil e Japão’: uma troca semanal de cartas online, traçando um paralelo sobre temas relacionados ao MORAR nos dois países. Além de aspectos arquitetônicos, ambas as instituições falam sobre contextos, histórias e desafios relacionados às obras destacadas em cada correspondência, trazendo consigo aproximações às realidades do setor construtivo em ambos os territórios.

No último domingo de junho (28), o Instituto Tomie Ohtake deu início ao projeto com a publicação da primeira carta abordando a Casa Vila Matilde (SP) [veja em Revista PROJETO / janeiro 2016], assinada pelo paulistano Terra e Tuma. Em resposta, a JP São Paulo apresentou a Double Helix House (Casa de Hélice Dupla), situada em Tóquio, dos jovens arquitetos Maki Onishi e Yuki Hyakuda. Na programação desta semana, ainda hoje (06) o Instituto discorreu sobre o projeto Moradias Infantis (TO) [veja em Revista PROJETO / edição 437], desenvolvido pela parceria entre os escritórios Rosenbaum e Aleph Zero, tendo retorno quase imediato da JP House com a obra A House for Oiso (Uma casa para Oiso), de Dan Dorell e Lina Ghotmeh.

Não deixe de acompanhar na íntegra a sequência de publicações nas redes sociais do Instituto Tomie Ohtake (@institutotomieohtake) e Japan House São Paulo (@japanhousesp).