Em maio encerram-se as inscrições para o 4º Prêmio de Design Tomie Ohtake Leroy Merlin

Voltado a universitários e recém-formados em todas as áreas do conhecimento, o concurso recebe propostas até o dia 31 deste mês. Corra!

Estão abertas as inscrições para a quarta edição do Prêmio de Design Instituto Tomie Ohtake Leroy Merlin até o dia 31 de maio de 2021, certame que, nesse ano, guia-se pelo tema “Acolher” – particularidade da premiação é apresentar aos competidores, a cada edição, um tema-desafio abdicado de categorias, proposta que frutificou em três eventos anteriores conduzidos pelos vieses “Compartilhar”, “Circular” e “Rever”.

A partir do eixo “Acolher”, os projetos podem ser inscritos por universitários e recém-formados de qualquer área, irrestrito a somente a jovens designers. O objetivo é premiar aqueles que destaquem e concebam a relação do design com outras áreas, como arquitetura, biologia, engenharia, moda, tecnologia, economia, física, educação, matemática, química, entre outras.

A partir desses pressupostos, o prêmio procura ressaltar que atualmente as propostas mais contundentes de design acontecem em diálogo com diferentes especialidades, instigando soluções inovadoras que possam responder a questões contemporâneas e discutir os cenários social, político, urbano, habitacional, além de novas demandas tecnológicas, publicações e mídias digitais, assim como novos equipamentos.

As inscrições são gratuitas e podem ser realizadas pelo hotsite premiodesign.institutotomieohtake.org.br, onde também estão dispostas as demais informações sobre o regulamento do prêmio.

 

 

Conheça o júri da edição


Claudia Zacar
Possui doutorado em Tecnologia e Sociedade pela Universidade Tecnológica Federal do Paraná (UTFPR), mestrado em Design e graduação em Design de Produto pela Universidade Federal do Paraná (UFPR). É docente no Departamento de Design da UFPR, onde foi coordenadora do curso de Design de Produto. É pesquisadora associada aos grupos Design e Cultura (UTFPR) e Teoria, história e crítica do design e atividades projetuais (UFPR), tendo como principal foco de estudo as articulações entre design e relações de gênero.

 


Diego Mauro
Diego Mauro é arquiteto e urbanista, integrante do Núcleo de Pesquisa e Curadoria do Instituto Tomie Ohtake e professor no curso de Arquitetura e Urbanismo da Unib – Universidade Ibirapuera. É mestre pela USP (Universidade de São Paulo) e graduado pela UFBA (Universidade Federal da Bahia), onde também atuou como professor temporário de projeto, em 2012.

 


Érico Gondim
Designer de produtos e artista visual fascinado com a experimentação. Procura sempre usar materiais, processos e estruturas inusitadas com o fim de oferecer soluções inovadoras para o design e as artes visuais. Seus objetos autorais são caracterizados por explorar textura, estruturas táteis e interativas. No Ceará, tem trabalhado frequentemente com trabalhos e consultorias de design social em ações do SEBRAE junto a comunidades artesanais de diversas tipologias de onde embebe e ressignifica muitas referências técnicas, estéticas culturais para seus projetos autorais e para a comunidade a exemplo de projetos como a Cadeira IVY, Aparador VAI e VEM, Coleção CÉLULA e Luminária TRIBO feitos em palha de carnaúba com comunidades artesanais do Ceará.

 


Iran Pontes
Designer, especialista em Comunicação digital e Mestre em Design. Fundador da Design Culture, palestrante no Brasil e exterior, Professor universitário com projetos também de desenvolvimento criativo para estudantes da educação básica é idealizador do primeiro MBA em Branding e Design Estratégico do Nordeste brasileiro além de outras iniciativas em educação.

 


Sâmia Batista
Designer, professora e pesquisadora que investiga processos de autonomia mediados pelo design. Integrante do LaDA – Laboratório de Design e Antropologia e do Deseduca Lab (ambos na ESDI/UERJ) e co-fundadora do grupo Design & Opressão. Doutoranda em design, mestra em Comunicação, Linguagens e Cultura e especialista em Design. Co-fundadora do escritório Mapinguari design, em Belém, que atua em projetos de design social, ambiental e em projetos culturais relacionados à visualidade amazônica, como o Letras que Flutuam.