© Cortesia Elizabeth de Portzamparc

Elizabeth de Portzamparc vence prêmio RIBA 2021

A arquiteta franco-brasileira se destacou no ‘Ancient Tree Civilization and Residence Future’, concurso internacional de arquitetura que selecionou a proposta ‘Living in the Leaves' para a localidade de Huizhou, China, por seu forte diálogo com a natureza local

O concurso internacional de design arquitetônico ‘Ancient Tree Civilization and Residence Future’ – uma iniciativa do Instituto Real de Arquitetos Britânicos (RIBA), organizada pelo Kaisen Holding Group, realizado pelo RIBA WFOE, junto dos parceiros designverse e Young Bird Plan – anunciou a proposta ‘Living in the Leaves’ como vencedora da edição, assinada pela arquiteta franco-brasileira Elizabeth de Portzamparc.

A busca foi pelo projeto de um novo modelo de eco-hotel e casas de hóspedes, que mantivesse floresta natural e protegesse as antigas árvores nativas da cidade de Huizhou, China, em uma localização inserida na Reserva Natural Nacional de Guandong Xiangtoushan, mais especificamente onde se delimita por Jardim das Árvores Milenares, interligando-o aos terrenos circundantes que incluem três vilas – a saber Gudong Village, Pingnan Village e Jiaomu Village, todas com boas conexões de transporte.

 

Localização da área de projeto e relação com aldeias vizinhas © Via www.designverse.com.cn

 

© Via www.designverse.com.cn

 

Avaliado pelo júri de peso – Azlina Bulmer, Diretora Internacional RIBA; Jianmin Meng, da Academia Chinesa de Engenharia; Benedetta Tagliabue; membro do júri do Prêmio Pritzker, cofundadora da EMBT e ganhadora do Prêmio Jencks RIBA 2013; Nishizawa Ryue, arquiteto vencedor do Prêmio Pritzker 2010 e cofundador da SANAA; Chien Chung Pei, sócio-fundador da PEI Architects; Thomas Heatherwick, fundador do Heatherwick Studio; Roberto Bannura, sócio no Steven Holl Architects; Steven Smit, Diretor do MVRDV Ásia; e Yibin Yang, Diretor de Design do Kaisen Holding Group – , o projeto ‘Living in the Leaves’ de Portzamparc:

 

Cria um novo ecossistema nas florestas ancestrais de Huizhou para a coabitação dos humanos e seu ambiente, onde a natureza abriga a arquitetura, que por sua vez abrigará os humanos que viverão em total interação com a paisagem”, segundo informações divulgadas pela arquiteta.

 

 

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