Avenida Paulista, 1973, Rosa Kliass e Cauduro Martino (Foto: Acervo CA)

Confira a mostra ‘Infinito Vão: 90 anos de Arquitetura Brasileira’

No Sesc 24 de Maio, na região central de São Paulo, a exposição traz ao público um recorte da história da arquitetura nacional a partir de obras e projetos de 96 arquitetos emblemáticos do país, dentre os quais Lina Bo Bardi, Lucio Costa, Oscar Niemeyer, Vilanova Artigas e Paulo Mendes da Rocha

A partir do próximo 25 de novembro, o Sesc 24 de Maio recebe a exposição ‘Infinito Vão: 90 Anos de Arquitetura Brasileira’. Com curadoria de Fernando Serapião e Guilherme Wisnik, a mostra traz ao público um recorte da história da arquitetura brasileira por meio de obras e projetos arquitetônicos de 96 grandes nomes do setor, como Lina Bo Bardi, Lucio Costa, Oscar Niemeyer, Vilanova Artigas Paulo Mendes da Rocha e mais. O público poderá visitar gratuitamente seguindo protocolos de órgãos de saúde pública para evitar o contágio e disseminação da Covid-19, mediante agendamento prévio feito na página da unidade na internet.

O recorte curatorial compreende desde os anos 1920, marcados pela Semana de Arte Moderna de 1922, até os dias atuais. A mostra convida o visitante a conhecer e refletir sobre a liberdade de criação trazida pela modernidade e pela contemporaneidade advindas de novas perspectivas artístico-culturais em contraponto à arquitetura clássica, influenciada por construções europeias.

Entre as obras expostas está o próprio edifício do Sesc 24 de Maio, projetado por Paulo Mendes Rocha e o escritório MMBB Arquitetos, inaugurado em 2017. Localizado no centro histórico da cidade, entre as ruas 24 de Maio e Dom José de Barros, o edifício é composto por 13 andares interligados por rampas e vidraças, procurando “agradar ninguém, mas a todos de uma vez só”, nas palavras do arquiteto. O projeto, inclusive, rendeu à Mendes da Rocha e ao MMBB premiações como o International Urban Project Award (IUPA), concedido em outubro deste ano pelas publicações internacionais Bauwelt, da Alemanha e World Architecture WA, da China.

Um dos principais pontos que conduziram a curadoria da exposição é que a arquitetura faz parte de um contexto cultural e histórico amplo, que coexiste e compartilha referências com outras linguagens, como as artes plásticas, a literatura e a música. Não à toa, o título da mostra toma de empréstimo versos de Drão (1982), música de Gilberto Gil – “O verdadeiro amor é vão, estende-se infinito, imenso monolito, nossa arquitetura”. A música, em particular, foi fonte de inspiração para os curadores organizarem os seguintes núcleos da mostra, que fazem menção a uma composição da época conforme seus contextos histórico-culturais:

  • Do Guarani ao Guaraná(1924-43);
  • A Base é uma Só(1943-57);
  • Contra os Chapadões Meu Nariz(1957-69);
  • Eu Vi um Brasil na TV(1969-85);
  • Inteiro e Não pela Metade(1985-2001);
  • Sentimento na Sola do Pé(2001-2018).

 

 

Exposta entre 2018 e 2019 na Casa de Arquitectura, em Portugal, ‘Infinito Vão’ é realizada pela primeira vez em território brasileiro e reúne obras e documentos desde o projeto da primeira Casa Modernista, de Gregori Warchavchik, passando pelos movimentos ligados ao “Direito à Cidade” e ao emaranhado de coletivos e ocupações que discutem o tema da habitação nos anos 2010.

Inicialmente prevista para acontecer entre os meses de abril e junho deste ano, a mostra, que teve sua abertura adiada devido às restrições impostas pela pandemia de Covid-19, agora pode ser visitada gratuitamente pelo público de 25 de novembro de 2020 a 27 de junho de 2021, de terça a sexta, das 15h às 21h, e aos sábados, das 10h às 14h, mediante agendamento prévio pelo site sescsp.org.br/24demaio. As visitas à exposição têm duração máxima de 60 minutos e o uso de máscara facial é obrigatório para todas as pessoas, durante todo o período.

Saiba mais sobre os núcleos expositivos

Do Guarani ao Guaraná (1924-1943)

Inspirado na marchinha de carnaval História do Brasil, de Lamartine Babo, este núcleo trata do período de formação da arquitetura moderna brasileira. Há obras e projetos que remontam desde a viagem do arquiteto Lucio Costa à cidade histórica de Diamantina (MG), em 1924, que o levou a incorporar elementos da arquitetura colonial em seu trabalho, até as primeiras casas de Warchavchik em São Paulo, passando pelo Ministério da Educação e Saúde no Rio de Janeiro, chegando ao conjunto da Pampulha, em Belo Horizonte, projetado por Oscar Niemeyer.

Segundo os curadores, é um período que salta do romantismo indígena e da escravidão para a cultura industrial e urbana sobre uma base social ainda patriarcal, reinventando o Brasil sob a forma moderna, documentada na mostra Brazil Builds, em 1943, no Museu de Arte Moderna de Nova York (MoMa).

As obras apresentadas neste núcleo são:

  • Lucio Costa -Missão de estudos à diamantina (Diamantina, MG – 1924)
  • Gregori Warchavchik -Casas na Rua Itápolis (São Paulo, SP – 1930)
  • Luiz Nunes -Caixa d’água (Olinda, PE – 1934)
  • Álvaro Vital Brasil e Adhemar Marinho -Edifício Esther (São Paulo, SP – 1934)
  • Marcelo e Milton Roberto -Associação Brasileira de Imprensa (Rio de Janeiro, RJ – 1935)
  • Roberto Burle Marx -Jardim da Casa Forte (Recife, PE – 1935)
  • Lúcio Costa, Oscar Niemeyer, Jorge Moreira, Affonso Reidy, Carlos Leão e Ernani Vasconcellos -Ministério da Educação e Saúde (Rio de Janeiro, RJ – 1936)
  • Lúcio Costa -Museu das Missões (São Miguel das Missões, RS – 1937)
  • Oscar Niemeyer -Conjunto da Pampulha (Belo Horizonte, MG – 1940-43)

 

A Base é uma Só (1943-1957)

Do período que vai da Pampulha até o concurso para o Plano Piloto de Brasília, o segundo núcleo expositivo trata do Brasil que vive o apogeu daquilo que Tom Jobim, coautor de Samba de uma nota só, chamou de uma “civilização de praia”. Realização quase utópica de uma geração de artistas que soube filtrar a batida do samba, compondo uma nova estrutura harmônica, a Bossa Nova, e inventar uma arquitetura audaz, de espaços amplos e perfis sinuosos, que sublima os esforços da construção, e seus grandes vãos, numa leveza aérea, nas palavras dos curadores.

No Brasil, novas cidades projetadas no Amapá e no Mato Grosso abrem caminho para Brasília, cidade-oásis, traçada em forma de cruz no meio do cerrado, à moda Cabralina, como uma refundação ritual do país, reencenando, ao mesmo tempo, a violência da experiência colonial.

As obras apresentadas neste núcleo são:

  • Affonso Reidy -Pedregulho (Rio de Janeiro, RJ – 1946)
  • Diógenes Rebouças -Escola-Parque (Salvador, BA – 1947)
  • Jorge Machado Moreira -Instituto de Puericultura e Pediatria (Rio de Janeiro, RJ – 1949)
  • Oscar Niemeyer -Casa das Canoas (Rio de Janeiro, RJ – 1951)
  • Adolf Franz Heep -Edifício Lausanne (São Paulo, SP – 1953)
  • Jorge Wilhein e Rosa Kliass -Angélica (Angélica, MS – 1954)
  • David Libeskind -Conjunto Nacional (São Paulo, SP – 1955)
  • Oswaldo Bratke -Serra do Navio (Serra do Navio, AP – 1956)
  • Sergio Bernardes -Pavilhão São Cristóvão (Rio de Janeiro, RJ – 1957)
  • José Bina Fonyat -Teatro Castro Alves (Salvador, BA – 1957)
  • Ernest Mange -Urubupungá (Ilha Solteira, SP e Jupiá, MS – 1957)
  • Lucio Costa -Plano Piloto Brasília (Brasília, DF – 1957)

 

Contra os Chapadões Meu Nariz (1957-1969)

Nos anos 1960, tudo surge dissonante. Com a instauração do Regime Militar de 1964, a ditadura faz de Brasília sua casa. As vanguardas artísticas acusam o desenvolvimentismo tecnocrático da arquitetura brasileira em nome de uma “estética da fome” terceiro-mundista. Na canção Tropicália, de Caetano Veloso, o “monumento no planalto central do país” torna-se a encarnação de um sonho sinistro.

Enquanto a arquitetura carioca declina, surge em São Paulo o centro industrial do Brasil, uma produção vigorosa, baseada no uso do concreto armado e aparente, na afirmação do peso e na exploração formal das estruturas. Clubes, escolas e até casas, nesse momento, são concebidos como obras de infraestrutura.

As obras apresentadas neste núcleo são:

  • Oscar Niemeyer -Primeiros esboços (Brasília, DF – 1956)
  • Oscar Niemeyer -Palácio da Alvorada (Brasília, DF – 1956)
  • Oscar Niemeyer -Congresso Nacional (Brasília, DF – 1958)
  • Oscar Niemeyer -Palácio do Planalto (Brasília, DF – 1958)
  • Oscar Niemeyer -Palácio do Itamaraty (Brasília, DF – 1962)
  • Rino Levi, Roberto Cerqueira César e Roberto Carvalho Franco -Residência Castor Delgado Perez (São Paulo, SP – 1958)
  • Lina Bo Bardi -Museu de Arte de São Paulo (São Paulo, SP – 1957)
  • Joaquim Guedes -Residência Antônio Carlos Cunha Lima (São Paulo, SP – 1958)
  • Gian Carlo Gasperini e Salvador Candia -Edifício Metrópole (São Paulo, SP – 1959)
  • Affonso Reidy e Roberto Burle Marx -Parque do Flamengo (Rio de Janeiro, RJ – 1961)
  • Sérgio Ferro -Residência Boris Fausto (São Paulo, SP – 1961)
  • Vilanova Artigas e Carlos Cascaldi – FAU-USP (São Paulo, SP – 1961)
  • Acácio Gil Borsoi -Cajueiro Seco (Jaboatão dos Guararapes, PE – 1963)
  • Deócio Tozzi e Luiz Carlos Ramos -Escola Técnica de Comércio (Santos, SP – 1963)
  • Carlos Millan -Residência Mário Masetti (Ubatuba, SP – 1964)
  • Ruy Ohtake -Residência Ruy Ohtake (São Paulo, SP – 1966)
  • Fabio Penteado, Alfredo Paesani, Teru Tamaki e Aldo Calvo -Centro de Convivência Cultural (Campinas, SP – 1967)
  • Oswaldo Corrêa Gonçalves, Abrahão Sanovicz e Julio Katinsky -Teatro Municipal (Santos, SP – 1967)
  • Marcello Frageli e equipe -Estação Armênia (São Paulo, SP – 1968)
  • Jorge Wilheim e Miguel Juliano – Parque Anhembi (São Paulo, SP – 1968)

 

Eu Vi um Brasil na TV (1969-1985)

Em 1969, lembram os curadores que Vilanova Artigas e Paulo Mendes da Rocha são cassados pelo Regime Militar. Assiste-se ao fechamento de universidades e revistas, além de canções censuradas e movimentos artísticos mergulhados na clandestinidade. Constroem-se hidroelétricas, estradas na Amazônia e cidades industriais sob o mantra do “milagre econômico”, de acordo com os versos de Bye Bye Brasil, de Chico Buarque e Roberto Menescal.

Já no final dos anos 1970, em São Paulo, Lina Bo Bardi, Eurico Prado Lopes e Luiz Telles criam edifícios considerados lúdicos pelos curadores da mostra. Bo Bardi restaura uma antiga fábrica de tambores, onde hoje está localizado o Sesc Pompeia, enquanto Prado Lopes e Telles projetam o Centro Cultural São Paulo, fruto de desapropriações causadas pela construção do metrô na Rua Vergueiro.

As obras apresentadas neste núcleo são:

  • Hans Broos -Hering Matriz (Blumenau, SC – 1968)
  • João Carlos Cauduro, Ludovico Martino e Rosa Kliass -Avenida Paulista (São Paulo, SP – 1973)
  • Eduardo Longo -Casa Bola (São Paulo, SP – 1974)
  • Pedro Paulo de Melo Saraiva, Sérgio Ficher e Henrique Cambiaghi Filho -Edifício Acal (São Paulo, SP – 1974)
  • Joaquim Guedes -Caraíba (Jaguarari, BA – 1976)
  • Francisco de Assis Reis -Sede da Companhia Hidrelétrica do São Francisco (Salvador, BA – 1976
  • Eurico Prado Lopes e Luiz Benedito de Castro Telles -Centro Cultural São Paulo (São Paulo, SP – 1976)
  • Lina Bo Bardi -Sesc Pompeia (São Paulo, SP – 1977)
  • Sérgio Magalhães, Ana Luiza Magalhães, Clóvis de Barros e Silvia Pozzana Cafundá(Rio de Janeiro, RJ – 1977)
  • Éolo Maia e Jô Vasconcellos -Capela de Santana do Pé do Morro (Ouro Branco, MG – 1979)
  • Severiano Porto e Mário Emílio Ribeiro -Centro de Proteção Ambiental (Balbina, AM – 1983)
  • João Walter Toscano, Odiléa Toscano e Massayoshi Kamimura -Estação do Largo 13 de Maio (São Paulo, SP – 1984)

 

Inteiro e Não Pela Metade (1985-2001)

O fragmento dos Titãs em Comida, no início do chamado rock nacional, exprime bem as aspirações de um país que retornava à democracia, desejando implementar tanto projetos sociais, quanto um novo modo de vida. Em resposta à opressão dos grandes conjuntos habitacionais feitos durante o período militar, o programa Favela-Bairro, no Rio de Janeiro, assume a cidade informal como um dado existente, procurando qualificá-la.

Em São Paulo, organizações cooperativas criam caminhos de contraposição ao modelo das grandes empreiteiras e construtoras, empregando alvenaria de tijolo e formas coletivistas de trabalho. Sediado na Bahia, João Filgueiras Lima, o Lelé, adapta as “formas livres” de Niemeyer a um raciocínio de industrialização de componentes, criando fábricas manufatureiras, para amparar a construção dos hospitais da rede Sarah Kubitschek, por todo o Brasil. Em Minas Gerais, a ironia pós-moderna ensaia sua aparição no país “condenado ao moderno”, relembram os curadores.

As obras apresentadas neste núcleo são:

  • Paulo Mendes da Rocha -Museu Brasileiro da Escultura (São Paulo, SP – 1986)
  • Marcos Acayaba -Casa Hélio Olga (São Paulo, SP – 1987)
  • Gustavo Penna -Escola Guignard (Belo Horizonte, MG – 1989)
  • Joan Villà -Moradia Estudantil da Unicamp (Campinas, SP – 1989)
  • Abrão Anis Assad -Estações-tubo (Curitiba, PR – 1990)
  • João Filgueiras Lima -Hospital da Rede Sarah Kubitschek (Rio de Janeiro, RJ – 1991)
  • Usina CTAH – COPROMO (Osasco, SP – 1991)
  • Jorge Mario Jáuregui -Rio das Pedras (Rio de Janeiro, RJ – 1998)
  • Ciro Pirondi -Centro de Formação dos Profissionais da Educação (São Bernardo do Campo, SP – 1999)
  • Paulo Mendes da Rocha, Fernando de Mello Franco, Marta Moreira, Milton Braga – Sesc 24 de Maio(São Paulo, SP – 2000)
  • Eduardo de Almeida e Rodrigo Mindlin Loeb -Biblioteca Brasiliana Guita e José Mindlin (São Paulo, SP – 2001)
  • Alexandre Delijaicov, André Takiya e Wanderley Ariza -Centros Educacionais Unificados (São Paulo, SP – 2001)

 

Sentimento na Sola do Pé (2001-2018)

Os versos diretos de Vivão e Vivendo, dos Racionais MCs, abrem o sexto núcleo expositivo da mostra descrevendo a realidade violenta da vida nas grandes cidades do Brasil no novo milênio. Em contraponto – com a promulgação do Estatuto da Cidade e o projeto de escolas de estrutura pré-fabricadas (Centros Educacionais Unificados – CEUs) pela prefeitura de São Paulo – abre-se um período de otimismo sintetizado pela promessa de um crescimento econômico e social por parte dos governantes da época.

Neste período, observa-se uma convivência contrastante entre uma valorização hedonista da arquitetura, manifesta em edifícios culturais, e um forte ativismo de coletivos e movimentos sociais, insuflados pelo lema do “Direito à Cidade”. Contrapondo-se à especulação imobiliária, esses movimentos trabalham junto às ocupações dos sem-teto, ao passo que batalham por novos espaços públicos, enfatizam Serapião e Wisnik.

As obras apresentadas neste núcleo são:

  • Rodrigo Cerviño -Galeria Adriana Varejão (Brumadinho, MG – 2004)
  • Mauro Munhoz -Museu do Futebol (São Paulo, SP – 2005)
  • MGS [Macedo, Gomes & Sobreira] -Fundação Habitacional do Exército (Brasília, DF – 2005)
  • Brasil Arquitetura e Marcos Cartum -Praça das Artes (São Paulo, SP – 2006)
  • Claudio Libeskind e Sandra Llovet -Universidade Federal do ABC (Santo André, SP – 2006)
  • Mario Figueroa, Lucas Fehr e Carlos Dias -Museu da Memória e dos Direitos Humanos (Santiago, Chile – 2007)
  • Boldarini Arquitetura e Urbanismo -Parque Cantinho do Céu (São Paulo, SP – 2008)
  • Biselli Katchborian -Centro de Artes e Educação dos Pimentas (Guarulhos, SP – 2008)
  • STUDIO MK27 e STUDIO SC – (São Paulo, SP – 2008)
  • MMBB Arquitetos & H+F Arquitetos -Jardim Edite (São Paulo, SP -2008)
  • Alvaro Puntoni, Luciano Margotto, João Sodré e Jonathan Davies – Sede do Sebrae Nacional (Brasília, DF – 2008)
  • Vigliecca & Associados -Parque Novo Santo Amaro V (São Paulo, SP – 2009)
  • SPBR Arquitetos – Casa de fim de semana(São Paulo, SP – 2010)
  • Carla Juaçaba -Pavilhão Humanidade 2012 (Rio de Janeiro, RJ – 2011)
  • Andrade Morettin Arquitetos -Instituto Moreira Salles (São Paulo, SP – 2011)
  • Arquitetos Associados -Galeria Claudia Andujar (Brumadinho, MG – 2012)
  • Triptyque Architecture -Residencial Arapiraca (São Paulo, SP – 2012)
  • MAPA Arquitetos -Minimod (Sistema modular, várias implantações – 2013)
  • SIAA e Apiacás – Sesc Franca(Franca, SP – 2013)
  • Estúdio 41 -Estação Antártica Comandante Ferraz (Península Keller, Antártica – 2013)
  • Moradias estudantis -Rosenbaum e Aleph Zero (Formoso do Araguaia, TO – 2013)
  • Metro Arquitetos -ITA Ciências Fundamentais (São José dos Campos, SP – 2014)

 

Exposição Infinito Vão: 90 Anos de Arquitetura Brasileira
Local Sesc 24 de Maio – 5º andar
Endereço Rua 24 de Maio, 109, Centro, São Paulo – 350 metros do metrô República
Período expositivo 25 de novembro de 2020 a 27 de junho de 2021
Funcionamento de terças a sextas, das 15h às 21h. Sábados, das 10h às 14h / Domingos, segundas e feriados, unidade fechada
Tempo de visitação até 60 minutos
Agendamento de visitas consulte horários e adquira seu ingresso gratuito no portal sescsp.org.br/24demaio
Curadoria Fernando Serapião e Guilherme Wisnik
Classificação indicativa livre

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