Um fim alternativo para a casa modernista de Flávio de Carvalho

No ano em que a morte de Flávio de Carvalho completa três décadas - ele faleceu em 4 de junho de 1973 -, um de seus mais significativos projetos (e dos poucos que foram construídos) pode, finalmente, vir a ser recuperado. Trata-se da casa modernista que ele projetou em Valinhos, no interior de São Paulo, para sede da fazenda Capuava, de propriedade de sua família.A proposta é da psicóloga Heloísa de Carvalho Crissiúma, parente do artista e proprietária de clínica de terapias alternativas para a recuperação de portadores de necessidades especiais, instalada naquele local.A intenção de Heloísa é utilizar o imóvel como base para atividades educacionais e artísticas que constituem parte dos tratamentos realizados na clínica. Pela natureza de seu temperamento, não se deve supor que Carvalho ficaria insatisfeito com a alternativa. Afinal, o heterodoxo, o inusitado e a provocação eram suas características mais peculiares - entre outros “agitos culturais”, vestiu saia, sandálias de couro e blusão de náilon para caminhar pelas ruas paulistanas em meados da década de 1950, numa performance que recebeu o nome de Experiência nº 3.

Um fim alternativo para a casa modernista de Flávio de Carvalho

No ano em que a morte de Flávio de Carvalho completa três décadas – ele faleceu em 4 de junho de 1973 -, um de seus mais significativos projetos (e dos poucos que foram construídos) pode, finalmente, vir a ser recuperado. Trata-se da casa modernista que ele projetou em Valinhos, no interior de São Paulo, para sede da fazenda Capuava, de propriedade de sua família.

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