Richard England: O ordinário extraordinário

Sempre acreditei na expressão de uma arquitetura do regionalismo que indicasse um processo de evolução, oposto a uma revolução. É necessário olhar para a frente, mas também alcançar o que está atrás, numa filosofia de continuidade com mudança. Sem passado, nenhuma expressão arquitetônica pode ter futuro. Em meu trabalho tento criar uma arquitetura baseada na ideia de uma folha que se acrescenta a uma árvore, ou de edifícios que se agregam às raízes regionais básicas para garantir uma compatibilidade total com o meio ambiente. Assim, a arquitetura se relaciona e evolve de um particular “espírito do lugar”, aderindo à escala do sítio, mas sempre produzindo resultados que são essencialmente de seu próprio tempo.

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