Paulo Mendes da Rocha: Edifício Keiralla Sarhan, São Paulo

A arquitetura como jogo de insinuações.

O volume central foi trabalhado de modo a sugerir uma ilusão de desligamento em relação ao conjunto – um cristal prestes a flutuar. Essa sugestão de liberdade é obtida através de um pequeno artifício: o bloco central se distancia dos apoios extremos (caixa de circulação vertical e banheiros, à esquerda, e brises, à direita) através de prolongamentos de suas vigas principais. O trompe-l’oeil se repete na falsa excentricidade do par central de pilares que atravessa o cristal, como pode ser visto na foto e nos desenhos (Foto: Jorge Hirata)

 

Conteúdo exclusivo para assinantes

Por apenas R$ 2,99 mensais, você tem acesso ao conteúdo completo do acervo da revista PROJETO, com mais de 7.000 obras, projetos, entrevistas e artigos

Clique e assineJá sou assinante