O espaço arquitetônico brasileiro dos últimos vinte anos e a formação profissional do arquiteto | Por Luiz Carlos Daher

Prêmio Concurso Henrique Mindlin/1980

Os discursos de quem não viu, são discursos, os discursos de quem viu, são profecias. A frase, de um sermão do Padre Antonio Vieira, é uma estimulante armadilha para quem pretende elaborar um tema que de maneira secundária, porém direta, se liga a sua experiência vivida. Por isso mesmo, cumpre em primeiro lugar afastar a tentação de confundir a vivência pessoal, infinitamente pequena, com a das centenas de profissionais do ensino, que formaram profissionais do projeto de espaços, nesses anos em que o número de escolas de arquitetura cresceu em grande proporção. Em segundo lugar, cumpre distinguir a experiência da cultura arquitetônica brasileira, trazida à tona pelo movimento moderno, da experiência penosa dos construtores do espaço anônimo, dos milhões que construíram o espaço físico do país nesse interregno.

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