O desenho e seu texto: A matéria dos sonhos dos arquitetos | Por Ceça de Gimaraens

Quando arquitetura, o desenho delineia volumes. Quando verbo, os traços delimitam o significado. Quando os discursos operam as rtão-linearidades do processo de estabelecer edifício e cidade, as técnicas e as ferramentas têm único(s) início(s): a idéia e a história, o lugar e a mão.

As palavras e os croquis, o lápis e o papel são os fragmentos iniciais do projeto arquitetônico, discursos e ferramentas em concretude virtual. A experiência de valor, convencionalmente denominada “estética”, evidencia-se nas representações gráficas do espaço. Idealmente deveriam ser belas e funcionais. Imaginemos que o sejam. Então textos e desenhos da arquitetura são também algumas das mais fugazes tentativas para o aprisiona-mento e enquadramento de sonhos.

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