Ricardo Legorreta - Museu de Arte Contemporânea de Monterrey, México, 1992: Espaços derivados da sintaxe do mestre Luis Barragán

Minimalismo: o essencial como norma | Por Josep Maria Montaner

Na arquitetura recente, entrada já na década dos 90, uma tendência difusa se manifesta. Não constitui uma posição arquitetônica solidamente estabelecida, mas assinala uma das direções para as quais tende a arquitetura atual, especialmente na obra dos jovens profissionais.

Do ponto de vista da crítica arquitetônica, é lícita uma epoké ou suspensão do juízo ante manifestações recentes, eludindo moralismos e limitando-se a mostrar características, raízes e implicações. Assim, sem ânimo de mitificar nem de desqualificar de início, a intenção deste texto é mostrar diretrizes e autores representativos da tendência ao minimalismo, que é ao mesmo tempo expressão de um neorracionalismo manifesto. Em certa medida, muitas dessas experiências arquitetônicas surgiram como reação tanto aos excessos decorativos, simbólicos e de linguagem do ecleticismo pós-moderno como ao intelectualismo, elitismo e formalismo da denominada “deconstrução”.

Conteúdo exclusivo para assinantes

Por apenas R$ 2,99 mensais, você tem acesso ao conteúdo completo do acervo da revista PROJETO, com mais de 8.000 obras, projetos, entrevistas e artigos

Assine por R$ 2,99 mensaisJá sou assinante