Os riscos da modernidade | Matheus Gorovitz

Este texto retoma, com outro título e outra ênfase, um estudo dos projetos de Le Corbusier e Lúcio Costa para o campus da Universidade do Brasil. Cumpridas as injunções de ordem histórica e adequadas as finalidades práticas, ou seja, os fatores contingentes que dão origem ao projeto, os dois trabalhos são na essência, como manifestação estética, risco, gesto emancipado, decidido e inconformado, inaugurando, na atitude volitiva, a modernidade.

Os riscos da modernidade
“ – Tell me, good Brutus, can you see your face?
– No, Cassius, for the eye sees not itself
But by reflection, by some other things.”
Shakespeare, A tragédia de Júlio César, ato 1, cena 2

Este texto retoma, com outro título e outra ênfase, um estudo dos projetos de Le Corbusier e Lúcio Costa para
o campus da Universidade do Brasil. Cumpridas as injunções de ordem histórica e adequadas as finalidades práticas, ou seja, os fatores contingentes que dão origem ao projeto, os dois trabalhos são na essência, como manifestação estética, risco, gesto emancipado, decidido e inconformado, inaugurando, na atitude volitiva,
a modernidade.

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