Entrevista Marcio Kogan: os trabalhos polêmicos que desenvolveu durante a faculdade e o sentido de sua obra

O arquiteto Marcio Kogan é o autor de uma série de belas residências - algumas delas laureadas em várias edições das premiações da Associação Brasileira dos Escritórios de Arquitetura (Asbea) e do IAB/SP -, assim como do projeto do hotel Fasano em São Paulo (leia PROJETO DESIGN 288, fevereiro de 2004) - desenvolvido em parceria com Isay Weinfeld, com quem Kogan compartilha também suas incursões na direção cinematográfica - e de outras tantas edificações comerciais. Faz parte de sua filosofia de atuação o acompanhamento da obra e a experimentação como elemento de inspiração para a arquitetura, o que explica sua percepção de que a atividade se aprende lentamente. Nesta entrevista, Kogan fala dos trabalhos polêmicos que desenvolveu durante a faculdade, do sentido de sua obra, de cinema e suas relações com a arquitetura, e também das exposições e projetos hipotéticos que concebe para se comunicar e discutir os problemas urbanos.

O arquiteto Marcio Kogan é o autor de uma série de belas residências – algumas delas laureadas em várias edições das premiações da Associação Brasileira dos Escritórios de Arquitetura (Asbea) e do IAB/SP -, assim como do projeto do hotel Fasano em São Paulo (leia PROJETO DESIGN 288, fevereiro de 2004) – desenvolvido em parceria com Isay Weinfeld, com quem Kogan compartilha também suas incursões na direção cinematográfica – e de outras tantas edificações comerciais. Faz parte de sua filosofia de atuação o acompanhamento da obra e a experimentação como elemento de inspiração para a arquitetura, o que explica sua percepção de que a atividade se aprende lentamente. Nesta entrevista, Kogan fala dos trabalhos polêmicos que desenvolveu durante a faculdade, do sentido de sua obra, de cinema e suas relações com a arquitetura, e também das exposições e projetos hipotéticos que concebe para se comunicar e discutir os problemas urbanos.
O que o levou à arquitetura?

Um fato obviamente marcante é que meu pai era engenheiro-arquiteto. Quando ele morreu eu tinha oito anos, mas já costumava visitar obras com ele. Isso me influenciou muito e acho que é aí que começa a história.

Conteúdo exclusivo para assinantes

Por apenas R$ 2,99 mensais, você tem acesso ao conteúdo completo do acervo da revista PROJETO, com mais de 7.000 obras, projetos, entrevistas e artigos

Clique e assineJá sou assinante