Justus Dahinden, entre a razão e a intuição

Resgatar o sentido antropológico da arquitetura, cujo centro focal deve ser o homem: para Justus Dahinden, em sua atividade como arquiteto e professor, a arquitetura deve estar sempre a serviço desse homem, respondendo a todos os seus níveis de necessidades, biológicas, sociais, psicológicas, e principalmente espirituais. Em seus projetos procura sintetizar esses níveis em uma totalidade organizada, capaz de abarcar a vida, inclusive em seu sentido cosmogônico.

Esse traço filosófico reflete-se concretamente em suas obras: o Centro Twannberg e o Sanatório Park-Hotel procuram superar as discriminações entre indivíduos sãos e enfermos, através de espaços fluentes, protetores, com detalhes sensíveis, criando uma atmosfera de vida.

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