Bairro Gerard Dou, Amsterdã

Holanda: a fértil geração 80

Uma produção moderna, baseada no planejamento territorial e urbano e na habitação de interesse social. Esse panorama correto - e um tanto monótono - da arquitetura holandesa vem se transformando nos últimos anos, com incentivo e patrocínio do governo e a firme participação das novas gerações de arquitetos.

A produção arquitetônica holandesa do pós-guerra foi praticamente dominada por projetos de expansão urbana com enorme ênfase na área da habitação social. Se, por um lado, essa preocupação veio suprir parte da demanda habitacional da época, por outro não trouxe benefícios notáveis à arquitetura como um todo. Considerada apenas um bem social, a arquitetura permanecia enquadrada em um regime racionalista, no qual a quantidade era sinônimo de qualidade.

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