Há 15 anos, o Rio já tinha planos para a sua zona portuária:

Ascensão, apogeu e decadência. Em geral, essa tem sido a história das civilizações. Com as cidades, esse roteiro parece se repetir. Dentro delas, determinadas regiões exibem as cicatrizes desse fenômeno de forma mais rápida e contundente. É o caso do centro de São Paulo, que entrou em colapso nos anos 70 e hoje exige enorme grande público e privado para sua recuperação. A situação não é muito diferente nas imediações da zona portuária no Rio de Janeiro, onde os antigos armazéns são hoje testemunhas de um passado dinâmico e glorioso. Desocupados, alguns desses prédios têm sido utilizados na montagem dos carros alegóricos das escolas de samba. Outros, mais próximos da linha do mar, são ainda empregados nas atividades portuárias. Um deles passou por mudanças e vem sediando atividades culturais, informa o arquiteto Antônio Correa, diretor da Divisão de Urbanismo do IPP-Instituto Municipal de Urbanismo Pereira Passos.

Há 15 anos, o Rio já tinha planos para a sua zona portuária

Ascensão, apogeu e decadência.
Em geral, essa tem sido a história das civilizações. Com as cidades, esse roteiro parece se repetir. Dentro delas, determinadas regiões exibem as cicatrizes desse fenômeno de forma mais rápida e contundente. É o caso do centro de São Paulo, que entrou em colapso nos anos 70 e hoje exige enorme grande público e privado para sua recuperação.

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