Entrevista – Rodrigo Lopes Sauaia, Presidente executivo da Absolar

Fonte energética de baixo impacto ambiental, a energia solar fotovoltaica tem mercado promissor e o setor passa incólume pela crise econômica que atinge o país, registrando grande aumento no número de instalações e metas de crescer cerca de 200% nos próximos 10 anos, dentro da demanda elétrica nacional

O presidente executivo e um dos fundadores da Associação Brasileira de Energia Solar Fotovoltaica (Absolar), Rodrigo Lopes Sauaia está à frente de uma entidade que não vê motivos para reclamar da crise. Mesmo com a discreta participação dentro da matriz elétrica do país, de apenas 0,02%, o setor vem crescendo vertiginosamente em número de instalações e espera alcançar nova posição no cenário nacional, nos próximos dez anos. Mas, apesar dos números expressivos, atuar junto às esferas públicas para reduzir a carga tributária e aumentar as linhas de financiamento dos equipamentos para pessoas físicas são desafios a serem vencidos, para o avanço ainda maior do setor. Outro obstáculo a ser superado, segundo Sauaia – que também é consultor estratégico para a área de energia solar fotovoltaica junto ao Greenpeace Brasil – é ampliar o uso arquitetônico dos módulos fotovoltaicos nas edificações brasileiras. “No Brasil, os arquitetos ainda estão descobrindo a tecnologia e as novas funções que podem trazer a um edifício. Mas a perspectiva é positiva”, diz ele em entrevista a Gisele Cichinelli.

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