Entrevista: Eduardo de Almeida

Indiferente aos dogmas do modernismo e da influente escola paulista, Eduardo de Almeida seguiu caminho próprio. Formado em 1960 pela FAU/ USP, em quase 50 anos de atividades projetou escolas públicas, indústrias, hospitais e edifícios. A maioria de sua obra, no entanto, concentra-se nas residências - algumas delas antológicas -, não por opção, mas “por ter sido escolhido”.

Indiferente aos dogmas do modernismo e da influente escola paulista, Eduardo de Almeida seguiu caminho próprio. Formado em 1960 pela FAU/ USP, em quase 50 anos de atividades projetou escolas públicas, indústrias, hospitais e edifícios. A maioria de sua obra, no entanto, concentra-se nas residências – algumas delas antológicas -, não por opção, mas “por ter sido escolhido”.
O senhor foi um dos poucos arquitetos de sua geração que não se sensibilizou pelo dogmatismo do movimento moderno e da escola paulista, que predominava em São Paulo nos anos 1970. Como explica essa postura?

A FAU funcionava no magnífico palacete art nouveau da rua Maranhão; existia um convívio muito rico com os colegas, a escola Mackenzie também estava ao lado, e havia muita polêmica entre os wrightianos e os corbusianos. Fiquei estigmatizado como seguidor de Wright até hoje.

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