Deconstrutivismo: O “to be or not to be” de um novo “ismo” na arquitetura

Exposição Arquitetura Deconstrutivista, Museu de Arte Moderna de Nova York, EUA, junho/agosto de 1988. Curadores: Philip Johnson, arquiteto fundador do departamento de arquitetura do museu; Mark Wigley, arquiteto professor da Princeton University; Frederick Taylor, assistente. As fotos e desenhos de ilustração foram gentilmente cedidos pelo Morna.

Philip Johnson, figura memorável da história da arquitetura americana, foi o curador da mostra batizada Arquitetura Deconstrutivista. A expressão se aplica ao fenômeno artístico contemporâneo cujas formas se derivam e afastam do construtivismo. A arquitetura deconstrutivista explora a relação entre a instabilidade da vanguarda e a estabilidade do alto modernismo. Em outras palavras, a arquitetura deconstrutivista procura romper os conceitos e as formas tradicionais subvertendo ou substituindo os valores de harmonia, unidade, estabilidade por uma estrutura intrinsecamente falha. Uma arquitetura que sofre de disritmia formal.

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