(Foto: Julia Piancastelli)

De Julietas a Tainás | Por Maria Elisa Baptista e Observatório Amar.é.linha

O Brasil tem um pioneirismo importante em relação ao espaço de destaque de algumas mulheres no cenário da arquitetura e do urbanismo nacionais, se considerarmos o mapeamento mundial das Primeiras Mulheres Formadas em Arquitetura, elaborado pela pesquisadora Ines Moisset e apresentado no Seminário Internacional ‘O perfil e a valorização das mulheres na arquitetura e urbanismo’, promovido pelo CAU/SP em março de 2020. No caso brasileiro, foi no início do século 20, em 1908, que a Escola Nacional de Belas Artes (ENBA) concedeu a primeira habilitação profissional a uma mulher, Julieta França. Apesar do reconhecimento, o documento oficial entendia e tratava Julieta como a “Senhora Armando Carlos da Silva Telles”.

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