Convento do Carmo reabre | Por Adilson Melendez

Uma das principais obras da arquitetura colonial brasileira, o Convento do Carmo, em Salvador, passou a abrigar, em meados da década de 70, a Pousada do Carmo. A intenção era repetir no Brasil o modelo de hospedagem tradicional na Europa: hotéis instalados em prédios históricos, como castelos e monastérios. Antes da transformação em pousada, os dois claustros do convento eram ocupados por museus.A tarefa de dar ao convento a ocupação hoteleira foi atribuída ao arquiteto Sérgio Rocha, diretor do grupo Luxor, na parte de hotelaria, cabendo a Fernando Machado Leal desenvolver o projeto de restauro. O contrato de arrendamento feito pela Luxor com a Província Carmelita de Santos Elias e referendado pelo governo da Bahia estipulava também que, à medida que o Estado fosse perdendo interesse pela ocupação do convento, as áreas liberadas passariam a ser utilizadas pela operadora. O trabalho foi publicado na edição 12 de PROJETO, em maio de 1979. No volume 19 dos Cadernos Brasileiros de Arquitetura, de 1987, a pousada foi um dos principais temas.

Convento do Carmo reabre em 2002 novamente como um hotel

Uma das principais obras da arquitetura colonial brasileira, o Convento do Carmo, em Salvador, passou a abrigar, em meados da década de 70,
a Pousada do Carmo. A intenção era repetir no Brasil o modelo de hospedagem tradicional na Europa: hotéis instalados em prédios históricos, como castelos e monastérios.
Antes da transformação em pousada, os dois claustros do convento eram ocupados por museus.

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