(Foto: Gabriele Bortoluzzi)

Construir elos: o novo ensino de Arquitetura e Urbanismo | Por Alberto Collet

É notável que o ensino da arquitetura mudou e evoluiu nos últimos anos com a inclusão de novas ferramentas de trabalho e compartilhamento de projetos, o uso de novas tecnologias como peças em impressão 3D, robótica e inteligência artificial, a introdução de novos materiais e a recuperação de técnicas mais tradicionais visando a sustentabilidade e melhor uso dos recursos disponíveis. Como as diferentes abordagens de projeto e a forma pensar o design se tornaram mais dinâmicos, é preciso remodelar o modo como os alunos recebem esse conteúdo e fazer o ensino de arquitetura ser atrativo e conectado ao mercado de trabalho.

Para oferecer novas possibilidades de ensino, assim, criamos o AAP Alternative Academic Project .O seu propósito é atuar como um laboratório inovador, que fomente novas ideias, experimentação e inovação, e funcione como uma ponte entre empresas e universidades, entre o público e o privado. A organização é formada por profissionais que procuram diferentes respostas no contexto das cidades e visa criar debates alternativos por meio de entrevistas, workshops e seminários em faculdades de arquitetura, empresas e instituições. O AAP, em síntese, é o resultado de um interesse em construir um debate alternativo referente à arquitetura, ao planejamento urbano e à paisagem.

Através de eventos culturais – workshops -, a ideia é agregar conhecimento ao ensino formal e debater com os alunos a sua inserção no campo profissional; auxiliar as instituições a criarem uma rede internacional com faculdades de vários países; e apoiar diferentes profissionais em diferentes cidades e contextos, principalmente na América Latina, fazendo uma ponte entre o mundo do trabalho e o acadêmico. A criatividade deve estar presente na origem do conceito e deve ser compartilhada por todos os participantes, sendo o fio condutor de todo o processo. Tudo é resultado da criatividade.

 

Área de atuação: Lagoa da Pampulha (Divulgação: Estudio Ny18)

 

A América Latina foi escolhida para dar início à trajetória do AAP. Em 2019, organizamos o primeiro workshop, com o apoio da UNIBH, em Belo Horizonte, intitulado “Arquitetura na cidade”. Trabalhamos na área do hipercentro da cidade, para a qual propusemos um edifício cultural, nos apoiando em três eixos estuturadores: a abordagem integrativa de natureza interdisciplinar; o compartilhamento criativo, a fim de desenvolver a capacidade de diálogo do aluno; e a compreensão derivada da observação, participação e experiência.

O objeto de trabalho foi uma intervenção arquitetônica e urbanística de média escala no conjunto urbano da Pampulha (tombado pela UNESCO, em 2016, como Patrimônio Cultural da Humanidade), pretendendo-se a requalificação local através da integração do edifício com a cidade, principalmente no que diz respeito às possíveis conexões alternativas ( capazes de contribuir para a melhor utilização dos bens tombados daquele conjunto urbano) através da Lagoa da Pampulha. A partir de algumas questões e problemáticas elencadas inicialmente, simultâneas à participação de convidados selecionados no Brasil e internacionalmente (profissionais de de profissionais de design, arquitetura e engenharia), elaboramos uma leitura do território através da somatória de visões subjetivas e objetivas, individuais e coletivas, até chegarmos às propostas do projeto.

 

 

Já em 2020, por conta de todas as transformações ditadas pela pandemia do Covid-19, a segunda edição foi organizada em formato online, retornando à cidade de Belo Horizonte e à proposição de intervenções em torno da Lagoa da Pampulha. Novamente, o objetivo do E-Workshop foi desenvolver projetos arquitetônicos e urbanísticos de média escala, igualmente com o apoio de convidados estrangeiros e brasileiros, como Giancarlo Mazzanti (Colômbia), João Mendes Ribeiro (Portugal), Carlos Ferrater (Espanha), Oscar Gonzalez Moix (Peru), Cecilia Zurita (Guatemala) David Ramirez (Guatemala), Estúdio 41 (Curitiba), Gustavo Utrabo (São Paulo), Janaína França Costa (Belo Horizonte), Mapa Arquitetos (Porto Alegre e Uruguai), Nitsche Arquitetos (São Paulo), Sheyla Passos (Belo Horizonte) e Tetro Arquitetura (Belo Horizonte).

Os estudantes foram divididos em cinco equipes para o desenvolvimento das propostas através da discussão do programa, da interação com os arquitetos tutores e coordenadores, da participação em seminários com convidados e da experimentação de métodos de desenvolvimento das intervenções. Especial atenção é dada nos workshops às distintas maneiras de representar as propostas.

 

 

A intenção é que esse tipo de evento ocorra anualmente tendo a possibilidade de crescer e se transformar, expandindo-se para outras cidades e criando novas perspectivas e novos desafios de acordo com as demandas de cada região.

Desde o início do projeto, existe um grande interesse de instituições de ensino, fundações e escritórios de arquitetura no desenvolvimento de atividades, principalmente para colaborar nos workshops. Nosso objetivo é justamente criar essa rede de parcerias, para que seja possível disponibilizar aos participantes e colaboradores cada vez mais conteúdo, aprofundamento do ensino e suporte técnico, de par com a consolidação do equilíbrio entre o mundo empresarial e acadêmico.

 

Entrevista – Alberto Collet

Frente à decisão de dedicar-se ao mundo acadêmico ou ao do trabalho, o arquiteto italiano Alberto Collet escolheu ambos. Foi, assim, um dos criadores do Alternative Academic Project (AAP), programa de ensino extra-curricular que se volta às escolas de Arquitetura e Urbanismo mas também ao mundo do trabalho e às instituições do setor, públicas e privadas. Um elo entre conceito e prática e entre os tempos distintos da preparação do ensino.

 

Foi na UNIBH, de Belo Horizonte, que o Alternative Academic Project começou a operar em 2019. A participação de Jô Vasconcellos no projeto, entre outros tantos convidados, faz pensar sobre o potencial de iniciativas do gênero – veja Artigo correspondente a esta entrevista – em ampliar o universo dos profissionais com quem os estudantes de arquitetura e urbanismo têm a oportunidade de se relacionar. Importa, obviamente, o tipo de aprendizado – espontâneo – que se tem no contato pessoal com figuras das mais variadas vivências e tipos de atuação, mas também com representantes de outras disciplinas, contextos e culturas.

Na ponta oposta, do mundo do trabalho, workshops como os do AAP podem ser uma janela de diálogo com a academia, de modo a somar-se esforços para o desenvolvimento de trabalhos complexos e que dispõem de pouco prazo para o desenvolvimento – pensamento igualmente aplicável ao poder público e instituições do setor.

A tudo isto, alerta Collet, “neste momento em que participamos diariamente de seminários e reuniões por vídeo chamada ou acompanhamos transmissões ao vivo pelo Instagram, estamos aprendendo como o conhecimento é algo fluído”.

 

Gostaria que nos contasse a sua experiência prévia, motivadora da criação do AAP.

Alberto Collet Começou nos primeiros anos da minha graduação, no IUAV, em Veneza. Tive a oportunidade de colaborar com vários professores principalmente da área do projeto de arquitetura, estabelecendo um vínculo de tendência humanística muito profundo para o ensino. Posteriormente participei de cursos optativos e atividades extracurriculares da ETSAB, de Barcelona, ​​onde continuei a estudar, aproximando-me a uma relação com o ensino mais prático em certos aspectos. Mais recentemente fui colaborador de vários cursos do Politécnico de Milão, em particular um curso de desenho arquitetônico na Faculdade de Engenharia Arquitetônica do pólo de Lecco, com o qual tive a oportunidade de aprofundar uma metodologia definida e completa. Posso dizer que desde os primeiros anos de universidade, participar de workshops de projeto urbano foi para mim uma formação paralela, real e autônoma. Em particular, foi um verdadeiro choque o workshop de projeto urbano com Luigi Snozzi, com quem aprendi muito sobre a importância das decisões de projeto para se ter total clareza sobre o que se quer fazer e dizer… Em outros workshops, como aqueles realizados na FADU em Buenos Aires, no Mackenzie em São Paulo, na Wits em Joannesburg, na Universidade Técnica de Lisboa, na ETSAB em Barcelona, entre outros. Participei como colaborador, depois tutor, e posteriormente no Land Art no arquipélago Maddalena (Sardenha, Itália) junto com Walter Hood professor da Berkeley University, na área do Rio Arno em Florença, juntamente com Pedro Camerana, da UNAM México. Tive a oportunidade de colaborar em cinco edições dos workshops IUAV WAVE juntamente com Ricardo Flores e Eva Prats (Barcelona), KLM Arquitectos (Buenos Aires), Luciano Kruk (Buenos Aires), Spora Architects (Budapest). Fui professor visitante do IUAV em duas ocasiões junto com Christopher Micallef, em um workshop de inverno e na edição Wave dedicada ao design pós-covid, recebendo um prêmio conjunto para as melhores tipologias de edifícios. Posteriormente, participei de um curso na escola de verão do Centro d’Arte Oliva em São João da Madeira, Portugal, tornando no ano seguinte coordenador da iniciativa. Trabalhamos em equipe multidisciplinar sobre uma revitalização do museu em termos espaçais, programação cultural, logomarca, etc.

Tive também a oportunidade de integrar por duas vezes o Workshop de Arquitectura e Paisagismo organizado pelo atelier RCR Arquitectes, de Olot, Catalunya. Em ambas as edições, a avaliação da qualidade dos professores esteve entre os melhores convidados.

 

Quais os objetivos, então, da criação do projeto?

AC A intenção de criar o AAP está explícita no nome que idealizei: Alternative Academic Project. Ele transmite a necessidade de dar oxigênio às faculdades de arquitectura para que elas possam explorar um tipo de aproximação ao projeto mas dinâmica. Através, por exemplo, do trabalho desenvolvido em parceria com um escritório de arquitetura, da abordagem multicultural e agregadora de experiências diferenciadas do projeto, de modo a se estabelecer o contato direto dos alunos com projetos viáveis e com a reorganização das hierarquias docente e discente.

Além de outros aspectos que ampliam o campo da criatividade também para experiências relacionadas ao futuro. Neste modelo, cada contexto de atuação é diferente e a nossa intenção, no AAP, é nos concentrarmos na região ibero-americana. Não apenas é necessário colocar em jogo outras possibilidades de ensino, como há também uma grande infinidade de instituições – públicas e privadas – que desejam aprimorar o ensino construindo novas perspectivas, nas quais iniciativas como o AAP pode ter o papel de incubadora de ideias. Há um grande número de lugares a serem recuperados nos territórios destas escolas, sejam eles relacionados ao patrimônio físico ou ambiental e à áreas urbanas que podem ser ressignificadas na sua relação com a dinâmica da cidade.

 

Neste sentido, que novos desafios estão sendo colocados mundialmente aos profissionais da Arquitetura e Urbanismo, com cuja capacitação vocês pretendem colaborar?

 AC Fala-se constantemente da aquisição de conhecimentos informáticos específicos (BIM, Revit etc.), de linguagens e vivências em contextos diversos, mas pouco se debate a ampliação dos conhecimentos através do trabalho em grupo, da capacitação para se apresentar um projeto com ferramentas adequadas ou do enfrentamento de questões complexas que requerem um maior senso crítico. Nosso intuito é abrir uma janela para aspectos não abordados na formação acadêmica e posteriormente também dentro do mundo acadêmico. Para a AAP, não é importante apenas o conhecimento trazido pelo participante, mas como ele trata este conhecimento. E buscamos um alto grau de comprometimento em cada exercício, com muita trabalho e empenho para se chegar a um projeto. É mergulhar em problemas reais e apresentar trabalhos de qualidade.

 

Em quais cidades, no Brasil e exterior, já foram realizados workshops do AAP. E quais as temáticas eles trataram?

 AC Até o momento foram realizados três workshops no Brasil com a AAP. O primeiro em 2019, de forma presencial, sobre uma área do hipercentro de Belo Horizonte – transformado, como proposta do workshop, em galeria de arte. As duas edições seguintes foram realizadas em formato online na área da Pampulha, relacionando as obras de Oscar Niemeyer e Roberto Burle Marx. O impedimento ditado pelo COVID-19 deu lugar à possibilidade de organizar o evento em um curto espaço de tempo e com um sustento econômico limitado, reunindo online participantes de diversos contextos. A duração costuma ser de duas semanas, tempo considerado suficiente para amadurecer uma proposta de projeto. Mas existem modelos de dez dias ou uma semana, que se enquadram no cronograma de universidades que, embora disponibilizem menos tempo livre para os estudantes, não querem abrir mão deste tipo de experiência. Estou formulando atualmente quatro workshops AAP (três fora do Brasil)  junto a faculdades de arquitectura, fundações e empresas, entre outros. Há diferentes questões que podem ser abordadas nos workshops, como regeneração urbana, requalificação ambiental, proteção do patrimônio etc. Em todo caso, um dos objetivos principais é a melhoria do objeto de projeto. Para isso, contamos com profissionais que conhecem profundamente as áreas de estudo, seus edifícios, territórios, etc. Algo fundamental para se construir uma proposta coerente.

 

Que tipos de abordagens interessam para o êxito do workshop? Mais conceitual ou pragmática ou uma mistura de ambas?

AC O workshop é um espaço de reflexão que, quando existe dentro do modelo universitário atual, deve obedecer a normas acadêmicas pré-estabelecidas. Nosso modelo de trabalho é horizontal e pode acolher alunos e profissionais que queiram experimentar, misturando as suas experiências com as de seus colegas. Pela sua própria natureza, o workshop deve ter um carácter pragmático, visto o pouco tempo para se formular uma proposta, o que, por sua vez, dá dinamismo e vivacidade à experiência de design. É possível tratar de questões mais conceituais, mas a decisão ocorre de acordo com o programa e os objetivos traçados previamente. E ainda que a formação de arquitetos tende a utilizar planos, perspectivas, maquetes de estudo, etc, para formalizar conceitos damos igualmente importância à formulação textual, que explicite, desde o início, os objetivos da ação.

 

Que habilidades vocês levam em consideração para selecionarem os profissionais que conduzem os workshops?

AC Um workshop é um acontecimento, um ato criativo em que se explora não apenas a inventividade mas também a sensibilidade para aprofundar questões ao longo do processo de trabalho. Na escolha dos colaboradores, entre outros, é importante somar especialidades profissionais, enriquecedoras em suas especificidades, e estimular o convívio de compreensões diversas dos territórios e temas. Luciano Basso, por exemplo, com a sua Casa Fortunata, resgatou os temas do espaço doméstico e do uso do concreto, típico brasileiro, na Serra Gaúcha. Já Fernando Viégas, um profissional reflexivo que aborda os projetos com uma infinidade de questões interessantes, deu notícia do extraordinário trabalho pedagógico que vem sendo realizado nos últimos anos na Escola da Cidade, em São Paulo. O Mapa Arquitectos, representante de uma nova visão da arquitetura por operar, em grupo, em diferentes países, falou do módulo de habitação pré-fabricada como modo de compreensão do espaço doméstico. Jô Vasconcelos, por sua experiência, representa uma forma eclética e madura de compreender a arquitetura. São alguns exemplos e haverá muitos outros, talvez programando complementarmente conversas com temas pré-determinados . O que nos interessa é a representatividade em cada território.

 

E no que diz respeito às organizações profissionais e aos escritórios de projeto, quais são as possibilidades de atuação?

AC Penso que seja complexa e de certo modo frágil a fase inicial dos projetos no mundo do trabalho porque os estudos são economicamente pouco lucrativos. Ao mesmo tempo, os horários dificultam o envolvimento dos jovens arquitetos em outras atividades, como cursos, workshops etc., que serviriam para fortalecer e amadurecer o seu nível de projeto. Podemos funcionar como uma rede de contatos acadêmicos e profissionais, por exemplo, possibilitando que participantes dos workshops realizem estágios ou colaborem com os estúdios. Esta é uma possibilidade que estamos estudando. Já no modelo de oficina, já estabelecido, queremos explorar a possibilidade de termos o patrocínio de projetos de pesquisa. Estamos trabalhando na criação de um web site que terá que estar ativo no próximo ano.

 

É possível e desejável a interação dos participantes e equipe dos workshops com a sociedade civil e órgãos públicos ligados ao planejamento das cidades?

AC  Um dos objetivos do AAP é precisamente ter uma ligação com associações, fundações, administrações, etc, das áreas de projeto, de modo a dar continuidade. É inegável a possibilidade de alguns dos projetos se tornarem referência para redesenhar um território ou base de publicações. O modelo AAP deve ser uma espécie de simulação de como intervir em uma cidade, em um território. O laboratório criativo pode, e deve, contagiar outras disciplinas porque, de fato, nós prestamos um serviço à sociedade. (Por Evelise Grunow)

 

Alberto Collet é arquiteto baseado em Barcelona e no Porto (Portugal). Estudou na Universidade IUAV de Veneza e na ETSAB de Barcelona e cursou pós-graduação em Urban Design na ARSNOVA Siena Academy of Digital Arts and Sciences. Mestre em Gestão Urbana e Projeto de Arquitetura na Domus Academy de Milano e na University of Wales, Cardiff, Reino Unido. Mestre em Teoria e Prática da Arquitetura pela UPC Universitat Pólitecnica de Catalunya, Barcelona. Atualmente é doutorando na FAUP pela Faculdade de Arquitectura da Universidade do Porto. Foi professor visitante, tutor, coordenador, assistente de ensino em workshops, congressos e exposições, entre outros, na IUAV de Veneza e no Politecnico di Milano. Faz parte da equipe de ensino do LABA na RCR Arquitectes, de Barcelona. Trabalhou em estúdios de arquitetura na Itália, Espanha, Portugal, Argentina e Malta. Coordenador do AAP Alternative Acacademic Project, laboratório de projetos inovadores aplicados a entidades públicas e privadas. É co-fundador do estúdio Bauart.

 


Notas:

1. Participaram da edição 2020 do workshop do AAP na Lagoa de Pampulha, Minas Gerais, os seguintes estudantes e suas respectivas equipes:

  • Equipe 1: Daniele Meloni (Turin, Itália), Fernanda Farah (Belo Horizonte, Brasil), Lynda Maria José Siguenza Contreras (Ciudad de Guatemala, Guatemala), Mariana Ricachinevsky (Porto Alegre, Brasil), Mateus Bifano (Belo Horizonte, Brasil).
  • Equipe 2: Eduardo Soares (Nova Lima, Brasil), Brian De Leon (Ciudad de Guatemala, Guatemala), Clarissa Lustos (Belo Horizonte, Brasil), Alice Verneque (Belo Horizonte, Brasil), Roberta Sartoretto (Caxias do Sul, Brasil), Carlos Arellano (Caracas, Venezuela).
  • Equipe 3: Jorge Chacin (Caracas, Venezuela), Maria Alexandra Gudiel (Ciudad de Guatemala, Guatemala), Viola Bergamini (Venezia, Itália), Wilson Lopes (Rio de Janeiro, Brasil).
  • Equipe 4: Priscila Alves (Belo Horizonte, Brasil), Manuel Romo (Ciudad de Guatemala, Guatemala), Nilton Ribeiro (Maringá, Brasil), Lorena Nilzete (Belo Horizonte, Brasil), Ana Carolina Galama (Belo Horizonte, Brasil).
  • Equipe 5: Ana Barbosa (Curitiba, Brasil), Daniela Giron (Ciudad de Guatemala, Guatemala), Juliana Dulius (Brasilia, Brasil), Matheus Rosendo (Belo Horizonte, Brasil), Nathalia Melo (Belo Horizonte, Brasil).

 

2. Participaram da edição 2021 do workshop do AAP na lagoa de Pampulha os seguintes estudantes e suas respectivas equipes:

  • Equipe 1: Paula Lemos (Belo Horizonte, Brasil), Germán Urbina (Managua, Nicaragua), Ivana Rodrigues (Isla de Margarita, Venezuela), Cesar Guzman (San José, Costa Rica), Mirian Maia (Ouro Preto, Brasil).
  • Equipe 2: Clara Lagarriga (Montevideo, Uruguay), Derek Umaña (San José, Costa Rica), Mónica Arrezola (Puebla, Mexico), Valeria Landeo (Lima, Perú), Andrea Miranda (Tegucigalpa, Honduras), Rondald Azofeita (San José, Costa Rica).
  • Equipe 3: Fernanda Garduño (Puebla, Mexico), Eliseo Salinas (Managua, Nicaragua), Ana Gabriela Pérez (Tegucigalpa, Honduras), Gonzalo Puente (Cochabamba, Bolivia), Joset Ceciliano (San José, Costa Rica), Maria Victoria Hidalgo (San José, Costa Rica).
  • Equipe 4: Christiana Vieira (Curitiba, Brasil), Isabela Moura (Curitiba, Brasil), Natalia Dutra (Ouro Preto, Brasil), Manuela Edmundo Moss (Belo Horizonte, Brasil), Breno Melgaço (Belo Horizonte, Brasil), Priscilla Alves (Belo Horizonte, Brasil).
  • Equipe 5: Joana Guerra (Belo Horizonte, Brasil), Júlia Galindo (Belo Horizonte, Brasil), Getúlio Santana (Belo Horizonte, Brasil), Ana Rosa Bahia (Belo Horizonte, Brasil).

 

3. Na edição 2021, os trabalhos continuaram na área da Lagoa de Pampulha, em Belo Horizonte, com os seguintes convidados:

Alberto Collet (Espanha), Janaina França Costa (Belo Horizonte), Jô Vasconcellos (Belo Horizonte), Miguel Nazar (Chile), Fernando Viegas (São Paulo), Juan Martin Flores (Argentina), João Paulo Meirelles de Faria (São Paulo), Camila Thiesen (Porto Alegre), Carlos Ferrater (Espanha), António do Fundo Ferreira (Portugal), Luciano Basso (Caxias do Sul), Fernando Simões (São Paulo), Arthur Lara (São Paulo), Juliano Monteiro (Curitiba), Daniele Meloni (Itália), Victor Duarte (Belo Horizonte), Luisa Lage (Belo Horizonte), Juliana Gori (Belo Horizonte), Arthur Lara (São Paulo), Fernando Simões (São Paulo).

E os seguintes professores responsáveis:

Rafael Cristelli (UniBH), Eduardo França (UniBH), Rodrigo Martínez (Universidad Latina de Costa Rica), Oscar Avilés (Universidad del Valle, de Bolivia), Carlos Linares (Universidad Peruana de Ciencias Aplicadas, UPC de Perú), Carmen Irene Paz (Universidad Tecnológica Centroamericana, UNITEC en Honduras) Ingrid Castillo (Universidad Nacional de Ingeniería, UNI en Nicaragua).

*O conteúdo do Acervo PROJETO está em constante atualização. Algumas matérias publicadas podem apresentar textos em desacordo com as regras ortográficas atuais, bem como imagens em menor resolução que o ideal, ou mesmo a falta delas. Ajude-nos a atualizar o site enviando mensagens aqui.