Carlos Maximiliano Fayet, Cláudio Luiz Gomes de Araújo: Parque Ecológico de Guarapiranga, São Paulo

Para os autores do projeto – que ocupa extensa área pertencente à Eletropaulo, INSS e particulares foi importante concluir que um parque ecológico não pode ser confundido com parque recreativo ou jardim botânico e entre suas preocupações básicas deve estar a recuperação e preservação ambientais. Neste caso, isso inclui tanto as águas dos rios Piraporinha e Embu-Guaçu, além de outros pequenos cursos de água, como o solo, pois há áreas de erosão e terras mal utilizadas pelos proprietários. Assim, quase 90% da superfície total do parque – 295 ha – foi destinada à chamada área de uso restrito, reservada para recuperação e preservação da fauna e flora nativas. E apenas 35 ha foram dedicados à estação ecológica, um espaço próximo à cidade para ser objeto de visitação monitorada, e que fica separada do restante pelas estradas da Riviera e de Nova Arcádia. Mesmo nesses locais houve a preocupação de evitar qualquer tipo de ocupação que não fosse estritamente necessária. A realização das obras para atender a população será facilitada por se tratar de terreno plano.

Conteúdo exclusivo para assinantes

Por apenas R$ 2,99 mensais, você tem acesso ao conteúdo completo do acervo da revista PROJETO, com mais de 7.000 obras, projetos, entrevistas e artigos

Clique e assineJá sou assinante