As vilas, uma história na evolução sócio-econômica do país | Por Eleonora Figueiredo de Souza

“A ocupação contínua de casas, além de gerar um vazio controlado, urbano e comunitário, resgata também o rito de chegar, de ir e vir, criando a seqüência clássica através de espaços intermediários até chegar ao saguão: avenida, rua, passagem, pátio testemunham diariamente o intercâmbio, o encontro com os vizinhos, o jogo, cores, a cultura, a vida.” Cristián Undurraga e Ana Luisa Devés, em revista Projeto 71

 

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