Paralelos e transversais na história da casa paulista | Por Fernando Serapião

A casa é um tema universal. O programa de necessidades é o mesmo em qualquer parte do mundo: dormir, comer, ocupar-se dos trabalhos domésticos, relacionar-se com os vizinhos, criar os filhos, cuidar da higiene pessoal, receber amigos etc

O que muda são os hábitos e costumes, conforme a época e o lugar. Mas será possível a existência de formas espaciais peculiares e regionais? No momento em que a cidade de São Paulo completa quatro séculos e meio, cabe perguntar: as casas ali construídas possuem espacialidade própria? Como se deu a evolução do espaço doméstico local? Podemos estabelecer alguns paralelos entre residências de épocas diversas?

Conteúdo exclusivo para assinantes

Por apenas R$ 2,99 mensais, você tem acesso ao conteúdo completo do acervo da revista PROJETO, com mais de 8.000 obras, projetos, entrevistas e artigos

Assine por R$ 2,99 mensaisJá sou assinante