Interior de uma unidade do edifício Esther, 1935

O edifício invisível e a cidade inexistente | Por Fernando Serapião

A construção de unidades residenciais agrupadas transforma as cidades, para o bem ou para o mal. As cidades européias e São Paulo tomam, nessas transformações, caminhos inversos

Em que medida os arquitetos, lá e cá, contribuíram (e contribuem) para isso e podem ser responsabilizados pelo estado atual das cidades?

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