Arquitetura bancária: Muita construção, muita arquitetura | Por Ruth Verde Zein

Certa ocasião, um colega explicou haver paisagismo desde os jardins suspensos da Babilônia; não pretendo ir tão longe. Partindo do livro de Philip Goodwin, Brazil Builds (1943), onde se constata não haver nenhum exemplo de arquitetura moderna em edifícios bancários, colocam-se algumas questões: existiriam exemplos? Teriam os bancos demorado a se integrar no processo da arquitetura moderna brasileira, ao contrário de seus congêneres americanos?

Cinquenta anos depois das visitas de Le Corbusier ao Brasil já temos suficiente distância para percebê-las como dados importantes, e não como o estopim exclusivo de uma arquitetura totalmente nova e original. O mesmo não diriam os profissionais arquitetos na época (décadas de 30, 40) com a ainda marcante lembrança de sua presença.

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