Arcosanti, a utopia dos anos 60 sobrevive aos anos 90

Cruzando o deserto do Arizona, nossos olhos se acostumam a três cores predominantes: o marrom da vasta planície, cortada eventualmente por rochedos, o verde dos cactos e o azul do céu. Cem quilômetros ao norte de Phoenix o deserto continua; ao longe, os primeiros sinais de Arcosanti interrompem a imensidão desértica. A cena lembra um filme de ficção científica, mas, à medida que nos aproximamos, as cores e o concreto nos colocam novamente no século XX.

Dos vários projetos utópicos de Paolo Soleri, Arcosanti é o único que saiu do papel e está se desenvolvendo no deserto do Arizona. Todos eles eliminam o uso do carro e predispõem-se a funcionar com mais eficiência do que as cidades em que vivemos hoje.

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