Praça Espanha, cidade de Córdoba

A dimensão intuitiva e o contexto urbano na obra de Roca | Por Ruth Verde Zein

Kahn, Magritte, Barthès, Heidegger, Bachelard, Whitman, De Chirico: entre filósofos, poetas e pintores, o arquiteto argentino, natural de Cordoba, Miguel Angel Roca vai buscar suas influências, encontrando as dimensões da poesia e da filosofia como partes integrantes do homem.

Na arquitetura, Roca reconhece como objetivo primordial contribuir para a elaboração do produto cultural por excelência que é a cidade. Para ele, “a cidade é um fenômeno múltiplo, a cidade é o lugar do desejo, o lugar da necessidade, o lugar da revolução, o lugar da confrontação. É o lugar da história: não existe a história sem a cidade”. Mas a arquitetura não pode, igualmente, desconhecer o imperativo de toda a criação: “Produzir um objeto dotado de integridade, totalidade, singularidade, vale dizer: cuja autonomia e autossuficiência objetual sejam inquestionáveis”.

Conteúdo exclusivo para assinantes

Por apenas R$ 2,99 mensais, você tem acesso ao conteúdo completo do acervo da revista PROJETO, com mais de 7.000 obras, projetos, entrevistas e artigos

Clique e assineJá sou assinante