Foto: Divulgação/Secretaria de Cultura do México

A crítica de arquitetura não é inútil: é incômoda | Por Antonio Toca Fernández

O rigor a que deve aspirar todo juízo crítico obriga a conhecer uma obra com profundidade e cuidado, o que permite evidenciar seu valor e limitações. Para ser melhor e mais produtiva, a análise e crítica da arquitetura deveria cobrir pelo menos três aspectos: primeiro, dar a conhecer a evolução da prática arquitetônica, analisando-a e avaliando-a, reconhecendo o desenvolvimento de obras, movimentos ou autores que foram ou são meritórios; segundo, relacionar esses aspectos com as características sociais, econômicas e políticas de sua época, ajudando a compreender melhor seu valor e pertinência na evolução da arquitetura e da cidade; terceiro, assinalar com clareza os acertos e erros que a análise e avaliação ajudou a revelar, relacionando a obra com seu contexto e tornando aparentes tanto seu valor como sua pertinência.

Conteúdo exclusivo para assinantes

Por apenas R$ 2,99 mensais, você tem acesso ao conteúdo completo do acervo da revista PROJETO, com mais de 7.000 obras, projetos, entrevistas e artigos

Clique e assineJá sou assinante