A consciência cindida – uma reflexão sobre a pós-modernidade | Por Samuel Kruchin

A arquitetura brasileira, após seus anos dourados, vive hoje uma de suas mais sérias crises e que não se reduz aos entraves impostos pela conjuntura econômica nacional à sua produção, mas esboça-se, antes, como crise intrínseca à sua própria linguagem, como crise de um projeto estético, como questionamento de uma poética que, construída sob o signo das vanguardas, alimentou sonhos magníficos e enfrentou corajosamente as suas utopias: a modernidade.

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