Teatro Nacional Bunraku, Osaka, Japão (Foto: Tomio Ohashi)

A arquitetura da simbiose de Kisho Kurokawa

“Se tivesse que definir a arquitetura japonesa com uma palavra, diria que ela é simbiótica.” Assim começou a conferência inaugural da Bienal de Arquitetura de Buenos Aires, em maio do ano passado, o arquiteto japonês Kisho Kurokawa. Como um dos criadores do movimento metabolista, no início da década de 60, tem uma clara e bastante poética visão crítica sobre a arquitetura moderna, a qual expõe em seus textos e palestras, analisando a arquitetura japonesa desde as influências estrangeiras que vêm do século VII, e acompanhando suas transformações até os dias atuais.

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