Casa tradicional da estação seca (foto dos arquivos do Museu do índio -FUNAI - Rio de Janeiro)

A aldeia Karajá de Santa Isabel do Morro | Por Cristina C. da Costa e Sá

Reprodução parcial do trabalho apresentado ao Instituto de Arquitetos do Brasil, departamento Rio de Janeiro (IAB-RJ), em dezembro de 1978, com o título: "Habitação indígena: Alto-Xingu-Ilha do Bananal", tendo como colaboradores os estudantes de arquitetura Lenine Tonassi, José da Silva Ribeiro, José Inácio Ehrenbrink e Jurandir Guatassara Boeira. Nas pesquisas de campo na ilha do Bananal, em julho de 1977, os autores tiveram a colaboração do estudante de arquitetura Jurandir Guatassara Boeira e da antropóloga Rosemary Machado Ribeiro.

Os índios Karajá habitavam às margens do Rio Araguaia, no Brasil Central, datando de 1742 as primeiras notícias que deles se têm: neste ano, uma expedição comandada pelo Cel. Antônio Pires de Campos atacou a principal aldeia Karajá, na ilha de Bananal, massacrando seus habitantes e levando os sobreviventes como escravos, que foram trocados por gado e cavalos nas fazendas do sertão. Em 1863, Couto de Magalhães desceu o rio Araguaia, tendo calculado em 7.000 a 8.000 o número de índios Karajá que viviam às suas margens.

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